Wednesday, September 21, 2016
Rökning Dödar
Saturday, December 22, 2007
Rökning Dödar: Smärta Franvaro
Por vezes não damos conta que a terra que pisamos foge de nós, desamparados deixamo-nos ir e ignoramos esse painel que nos sustem durante uma vida. Talvez por encararmos uma imagem normal, colocamo-la tantas vezes numa prateleira de recordações e deixamo-la a ganhar aquela poeira que marca o andamento da vida. “Olha, tem um pictográfico antigo, tem aquela poeira que se arrasta quando passamos o polegar sobre ela, por nos terem erguido sobre este altar talvez se tenham esquecido de mim nesta estante de madeira” lembra-se o pequeno mestre de dizer. Então caminhou, por estradas que nem os grandes servos de Asgard reconheciam nos seus mapas, os pássaros negros e gigantes guinchavam, eram ruídos incomodativos, tão perturbadores, o pequeno mestre não aguentava mais, colocou as suas mãos sobre os seus ouvidos, não dava para aguentar aquele sufoco que lhe aterrorizava a alma, o seu silêncio tinha sido invadido por saudações vindas de Nifflehein. Desmaiou… apagou o mundo das suas visões, apenas se lembrava da luta precária que sofrera naquela estante com contornos de lágrimas apavoradas. Horas mais tarde, acordou… Voava pelos ares em cima do tal pássaro gigante que virara branco, e tinha um ar fraternal e amigável; o pequeno mestre lembrou-se “tornei-me vivo, parece que alguém lembrou-se de arrastar a minha poeira, hoje sou uma imagem bem mais límpida que exalta euforias sobre as poeiras que lá em baixo outros criam”. Mas para onde viajara ele? Iria para bem longe?
Pequeno mestre que voará sobre os ares e desaparecerá do mundo, largando a sua torre de energias dissipadas rumo a Midgard ou Asgard? Para onde o levaria? Levaria-o sobre as sombras da despedida onde tantos por segundos o esqueceram...
M.M.
Sunday, December 16, 2007
Rökning Dödar: Jag har nostalgie av dig
“Olhar desolado, viste o tempo a partir e a transportar tanta gente consigo, e tu onde ficaste? Chegaste atrasado e perdeste o tempo para embarcar também naquela locomotiva. Mas não seguiam todos, dei com alguns destroços desalmadamente agarrados aos meus, mas outros, esses mesmos outros, senti naquela hora que se tinham ido embora, tal como Thor o foi para junto de Odin e Jord; e para onde teriam ido eles? E seria verdade? Na verdade, todos ansiávamos que a verdade fosse mentira, e que todos surgissem diante de nós e em breves toques de palavras atravessando o fumo -Que ainda me consome neste raciocínio -, nos digam um após outro:”Eu ainda estou aqui” ou “Jag har nostalgie av dig”.”
M.M.