Realistische Konfrontation
Mein realistischer Anblick...
Sunday, November 13, 2011
Trovoadas magníficas mas tudo o que é demais...
Um pensamento bem do outro lado do mundo suscitará, certamente, novos pensamentos.
Thursday, September 01, 2011
Perhaps some day the sun will shine again,
And I shall see that still the skies are blue,
And feel once more I do not live in vain,
Although bereft of You.
Perhaps the golden meadows at my feet
Will make the sunny hours of spring seem gay,
And I shall find the white May-blossoms sweet,
Though You have passed away.
Perhaps the summer woods will shimmer bright,
And crimson roses once again be fair,
And autumn harvest fields a rich delight,
Although You are not there.
But though kind Time may many joys renew,
There is one greatest joy I shall not know
Again, because my heart for loss of You
Was broken, long ago.
Wednesday, April 27, 2011
"Não brinques com o fogo, queimas-te"
"A alma é um fogo que convém alimentar, que se apaga se não a alimentarmos". Voltaire
O meu próprio incêndio está a extinguir-se...
Saturday, April 16, 2011
Monday, April 11, 2011
Post-it (2)
A importância das pessoas e o valor que lhes damos, a importância que nos dão e o valor que nos atribuem. Algo que, por norma, não é linear... Recordo-me sempre disto na solidão de uma longa viagem, talvez porque nesses momentos me sinta mais "abandonado" e esquecido na escuridão que prolonga e prolonga os quilómetros.
Relembra-me sempre de afastar as inseguranças do meu caminho.
Friday, April 08, 2011
Post-it (1)
Friday, February 25, 2011
"Isto"
Saturday, February 19, 2011
Era uma vez uma criança igual a mim...
Wednesday, February 16, 2011
Dia de retornar, mais uma vez.
Era tempo de retornar à realidade, de abrir os olhos e alcançar novas perspectivas. Naquela altura já me dirigia com menos frequência à enfermaria mas a cumplicidade ia sobrevivendo ao assédio do desgaste temporal onde nos encontrávamos, onde nos dissuadíamos, conjuntamente, a aspirar algo mais.
Recordo-me, perfeitamente, daquela noite, a sonolência teimava em fugir do horizonte e das insónias tumultuosas ergui-me do chão, caminhei pela terra húmida, subi uma escadaria de madeira rangente e instalei-me comodamente na soturna sala de convívio. Tudo era escuro, sentia-me mais natural se assim fosse, apenas um ponto incandescente alaranjado a brilhar entre dedos não visíveis, a voz da solidão.
Vivi vinte e muitos anos daqueles, de silêncio, de pensamentos em cadeia a envolverem-se no meu raciocínio. Chamar-me-ia complexo, um exagero do domínio da ciência psíquica que dispensava os domínios da facilidade, aqueles que descrevem uma convivência mais fácil connosco se ditarmos uma prévia exclusão de pensamentos excedentários várias vezes ao dia. E pensava nisso com bastante frequência, talvez, por isso, nunca deixasse de lado o acto de pensar.
Um, dois, três… Não sei, ao certo, quantos cigarros se destruíram naquela sala. Cheguei ao idealismo, desconfigurado, de os acender e apagar sem dar conta de nada. Estava, assumidamente, compenetrado na atmosfera e por mais bizarro que se possa pensar sentia-me de corpo e alma naquele espaço e a deslocar-me, provisoriamente, para casa. Deixara o holocausto do retrocesso para trás e vivia num mundo aparte, onde os seus idealismos clandestinos me ofereceram uma nova oportunidade de vida. No entanto continuava no mesmo local, pintado de escuro, sentado naquele sofá de pele, que da cor não me recordo, ou melhor, nem daria para recordar. Lá fora surgiam os habituais movimentos dos noctívagos mas havia algo mais e isso despertou-me e colocou-me em alerta sentido.
Ao longe ouviam-se tropas a marchar, os passos rastejantes eram mais que marcantes e iam anunciando o domínio da guerra e os desejos ameaçadores do inimigo.
M.M.
Friday, November 19, 2010
Dia de retornar, dia de reviver, de relembrar...
Tuesday, June 22, 2010
Dear Consolation
Hoje dei conta que te estava a abandonar, tal como a outras quantas vidas... Em altas horas propus-me ao despertar e de um consolo desesperante coloquei-nos alguma vida.
Saturday, May 15, 2010
Pensamentos moribundos
Cheguei à conclusão que necessito de "recliclar-me" a mim e à minha vida, isso envolve reciclar algumas pessoas que me rodeiam substituindo-as ou simplesmente guardando-as a si e aos seus momentos num baú delicado de memórias.
É engraçado que possamos surgir num sonho, não nosso mas de outro alguém, e nos reconheçamos num retrato fiel do que nos dá os devidos contornos. É interessante e especial, é de certa forma assustador e confuso. É estranho tal como os nossos contornos... Mas com situações estranhas passo eu muito bem!
Monday, April 26, 2010
Dia de rever o "esquecimento"
Monday, January 11, 2010
Entrevista entre ele e eu!
Quem desejas sonhar? Um ser humano, sentado num bloco frio e perdido, uma lanterna alaranjada a reflectir raios de sol, uma nuvem de fumo expelida por si.
Quem o desenha? Uma mão de sabedoria infinita, um coração quente, uma alma fria, uma lágrima no rosto, duas outras a percorrer o chão.
Que sentem? Um deseja uma ardente impulsão no seu estado de calmaria, nessa calmaria procura os seus desejos mais intensos, busca-os numa fugaz algoritmia por todo o ar, por todas as raízes de fumo que se extraem do seu corpo. O outro deseja criação, procura encontrar-se consigo e com a sua razão, deseja um alma sentada no seu ventre, um sonho de uma noite incandescente a chamar pelo seu nome.
Quem és tu? Eu sou ele e ele eu.
O que sentes? Um desejo de rebeldia, de me tornar num mundo sem pensamentos e execuções.
O que queres ser quando fores "grande"? Eu e ele queremos ser revolucionários, pretendemos conquistar almas, convidá-las para o nosso grande palácio e sorrir, brincar, falar... tudo o que as crianças deveriam viver!
Eu questionei-te acerca do que querias ser "grande"... Isso mesmo, quero ter pessoas e sorrir como uma criança, quero liberdade sem medos nem receios, quero pensar apenas no que não me perturba...
Mas isso é impossível para gente grande! Eu sei, como te disse... isto é um sonho! Eu e ele somos um sonho, sobras tu, o mundo real e todos os problemas e questões!
M.M.
Thursday, December 17, 2009
Earthquake Ideas!
Bom, eu estava na dúvida acerca de um possível retorno ao interior mais profundo, acima de tudo não sabia como descer aquela escadaria tão longa, não sabia como lá voltar, que passos seguir e qual seria a minha reacção ao ver um mundo com tantas marcas figurativas. A terra, ao que parece, deu-me um auxílio assustador, agarrou-me na turbulência da sua revolta e conectou-se ao meu subconsciente mais passivo. Ontem parece que a terra tremeu à minha volta, não foi uma simples alegoria, aconteceu de verdade e juro que não estou numa de endoidecer solenemente para pactuar com activistas, o mundo ia-se destruindo em meu redor, os vidros tilintavam desesperos, as portas bramiam insultos dos capitalizados.
O chão tencionava revirar-me a alma e jogou-me no vazio, escadas para quê? Ali estava eu novamente diante de todos aqueles recortes pictográficos (impulsão tenebrosa da magistral aura nostalgia), e comecei a deslumbrar toda uma vida de imagens, letras, pensamentos… alegrias, desventuras, ternuras, tristezas tão doces e amargas no rastreio mais pormenorizado deste temporal de Inverno buscando as suas mais comuns friezas. Eu bem sei que estes dias foram longos, julgo ter vivido aqui bastante tempo, relembro-me da incompreensão em que outrora usufrui como oxigénio para reviver toda e outra vida.
Preto, branco, outro… algo escuro, um pouco mais suave, ameno, calor do mais profundo palpite interno, relembrei-me sempre de ti, nos dias de frio, na coalescência brisa polar que me agasta os maiores recortes temporais, deixa-me pensar, não é preciso palavras mais complicadas para transmitirmos as coisas mais simples da vida. Frio, saudade… Quando as pessoas se retornam numa só alma, o Inverno ganha uma nova vida, a Natureza ruge, supostamente podemos seguir os seus movimentos e sentir algum medo…
(Smoking Ideas... (sorry for the interrumption))
Simples, 3x!
M.M.
Sunday, November 15, 2009
O "meu Mondego"
- Mondego? Não deveria existir apenas um?
- Sim e só existe um, mas estás no teu sonho e podes ter nele todos os rios deste mundo.
- Humm, não deixa de ser pertinente. Mas então qual seria o "meu Mondego"? E porque se chamaria Mondego?
- Porque passaste horas a olhar para ele, as gaivotas e os patos contaram-te imensas histórias sobre ele. Podias querer que no teu sonho a tua realidade desse pelo nome de Mondego!
- Hum Hum, continuas a ter razão. Deixa-me pensar, não será fácil imaginar um mar com nome de rio. Baralha o sentido das coisas, percebes? Águas mortas, águas vivas... suavidade, silêncio transformados em agitação e muita euforia. É certo que as gaivotas continuam lá, mas dos patos nunca ouvi falar!
- És sempre assim tão complicado? É apenas um sonho.
- Poder-se-à ter feito luz...
Tive um sonho esperado, poder-se-à dizer aguardado. A palavra cabe-lhe bem. Tive sonhos que não sonhei, conseguia alcançar tudo com os meus olhos, erguer as mãos e os abraçar como se de ficção se tratasse. Tive até sonhos que nunca cheguei a ter, poderia ter medo de os receber, de desembrulhar a sua mensagem e que esta me consumisse na sua mais sincera loucura. Não sei porquê sonhei... Estava terrivelmente incomodado com a pressão de ser Eu, estava com medo de desmoronar, de me transformar numa simples ruína. Sonhei que cada pedra solta um dia poderia ser um bocadinho de ti e poderíamos falar uma só língua. Sonhei aquilo que aconteceu e aquilo que não aconteceu. Sonhei que estava a fumar um cigarro reconfortante, acalmava-me a alma e desprezava os desperdícios de pensamento, e ouvia o mar, ou seria antes rio? Não sei, mas posso não complicar as coisas, garanto-te que aquele mar era o "meu Mondego".
Sunday, November 08, 2009
Lugar para encantos
Friday, October 30, 2009
For once in My life
For once in my life I have someone who needs me
Someone I've needed so long
For once, unafraid, I can go where life leads me
And somehow I know I'll be strong
For once I can touch what my heart used to dream of
Long before I knew
Someone warm like you
Would make my dreams come true
For once in my life I won't let sorrow hurt me
Not like it hurt me before
For one, I have something I know won't desert me
I'm not alone anymore
For once, I can say, this is mine, you can't take it
As long as I know I have love, I can make it
For once in my life, I have someone who needs me.
Wednesday, October 21, 2009
Irreverências
"Despeço-me com o desejo do nosso sonho não perder cor".* Ainda há boas almas no meu caminho!
A quem me desenha um sorriso, a quem continua a ambicionar a sua partilha...
Thursday, October 15, 2009
Insónias, Constatações, No tabaco!
Tuesday, October 13, 2009
Desabafo, tabaco e religiões antigas
Tuesday, August 11, 2009
Voo de Regresso
Dir-te-ia, secretamente, que o meu grande segredo não se pretende revelar a ti.
Despedia-me daqui, pela sombra, ao sabor da tristeza que juntei aos meus pensamentos. Apetece-me subtraí-la conjugando-a ao tempo, bloqueá-la e proclamá-la para lá dos terrores que todos invasores indiscretos me proporcionam.
Eu não sei, nem tu, onde permanece a raiz da promessa que estabeleci entre os nossos pensamentos moribundos, profundos… à relatividade daquela promessa, o acordo definido pelo desespero.
Esqueci-me, na verdade mentia a todas aquelas ideias, de todo aquele sonho que vivia em mim. Porém, numa noite, escrevi à eternidade que me devolvesse o poder de sonhar e percebi realmente que não passara de uma negação onde o objectivo era nunca mais amar-te.
Então o Pequeno Mestre voltou…
E acordou atordoado pelo abanar feroz daquele vento que se insurgia sobre a navegação do grande pássaro. Já não temia a natureza, o pássaro gigante apenas se propunha a observar espantado toda a beleza que a altitude lhe proporcionara. De certo modo, estava consciente que esta sua sonolência tinha durado meses de sonhos, promessas e mais promessas num rodar descontrolado do seu globo. Perguntava-se como teria aguentado, o frio do Inverno, as trovoadas de Outono que tanto adorava escutar sentado na sua cadeira de baloiço. Tinha saudades dela e dos cambaleios que a sua vida dava naquele ranger envelhecido da madeira. Pensamento e mais pensamento… Já não era um sonho, sentia o frio a perfurar a sua alma e instalar-se no seu coração.